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Espaço Indica | Três filmes nacionais para quarentena

  • Foto do escritor: Espaço Cultural  Vereador Alberto Marques
    Espaço Cultural Vereador Alberto Marques
  • 14 de jul. de 2020
  • 2 min de leitura

Ainda não podemos dar aquela ‘visitinha’ em uma exposição,então, que tal ver alguns filmes?


Nós, do Espaço Cultura, em parceria com alguns artistas expositores da Casa, fizemos uma lista de 3 filmes nacionais para assistir.


Silvana Perez - artista plástica que realizou a exposição ‘Expressões’ em 2019 e até hoje ainda é uma das mais lembradas da Casa -, indica o filme ‘O menino do Espelho’ (2014), de direção de Guilherme Fuíza Zenha.


A produção conta a história de um garoto de 10 anos sapeca que queria ter um sósia para fazer suas tarefas, assim sobraria o dia todo para brincar sem as preocupações cotidianas, porém ele aprende com o desenrolar da trama, que nem tudo é tão simples assim.


O artistaVladimir Lordi – da mostra ‘Respeito’, que ocorreu ano passado - recomenda ‘Tropa de Elite 2: o inimigo agora é outro’ (2010), dirigido por José Padilha.

Em Tropa de Elite 1, os acontecimentos do filme são narrados pelo Capitão Nascimento, que quer deixar a corporação, além de demonstrar indignação com a corrupção existente dentro da corporação. Já na sequência do longa, o Capitão Nascimento, agora mais experiente, trabalha como subsecretário de Inteligência na secretaria de Segurança do Rio de Janeiro.


Por último e não menos importante!


O artista plástico, Julio Cesar Ferreira- da exposição ‘Alegorias’, que também ocorreu em 2019 -, tem como dica um clássico do Cinema Novo brasileiro – aquela estética de uma ideia na cabeça e uma câmera na mão –, dirigido por Glauber Rocha, o longa ‘Terra em Transe’ (1967).



A estética pela ótica de Glauber Rocha, tenta entender a dinâmica política do Brasil e da América Latina, no final dos anos 1960.


Em um duelo de interpretação dos titãs Paulo Gracindo, Jardel Filho, Jofre Soares, José Lewgoy e Paulo Autran – que interpreta um candidato populista à presidência da República -, se propõe a acabar com a imoralidade e a corrupção, mas depois de eleito se mostra fraco e controlado pelas forças institucionais e econômicas que o apoiaram.


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